O caso tramita em segredo de Justiça e foi divulgado pelo portal Amado Mundo.
Entre os pontos contestados está a tentativa do juiz federal Fábio Vitório Matiello de obter acesso a um acordo de não persecução penal firmado entre o Ministério Público Federal e Paulo Boudens, ex-chefe de gabinete de Alcolumbre.
Dino afirmou que medidas desse tipo podem invadir a competência exclusiva do STF e da Procuradoria-Geral da República em investigações envolvendo parlamentares com foro privilegiado, além de indicar possível existência de uma investigação paralela.
As suspeitas contra Alcolumbre surgiram em 2021, após reportagem da revista Veja com denúncias de ex-funcionárias que relataram suposto esquema de devolução de salários e existência de servidores fantasmas no gabinete do senador. Na época, a defesa negou qualquer irregularidade e afirmou que as acusações tinham motivação política.
PORTAL PARANATINGA – Matéria por Pleno News – Monique Mello – Foto: Andressa Anholete/Agência Senado






















