Comandantes das Forças Armadas pressionam por votação de PEC que proíbe militares da ativa em eleições e cargos civis
O retorno de militares a cargos governamentais atraídos pela política partidária se tornou a principal inquietação dentro dos quartéis brasileiros. O temor não envolve ameaças externas, invasões estrangeiras ou avanço de facções criminosas na Amazônia — mas sim um cenário eleitoral doméstico que pode se concretizar em outubro.
PEC travada no Congresso é apontada como urgência máxima
Se o presidente Lula consultasse os comandantes das Forças Armadas do governo petista sobre qual seria hoje a maior ameaça ao país, a resposta seria objetiva: a demora do Congresso Nacional em votar a PEC que veta a participação de militares da ativa em disputas eleitorais e em nomeações para cargos civis.

A proposta é considerada essencial pela caserna para evitar que se repita o modelo adotado durante o governo de Jair Bolsonaro, quando militares foram amplamente distribuídos em posições-chave da administração federal.
A preocupação ganhou contornos mais concretos diante da chance real de Lula ser derrotado por Flávio Bolsonaro na eleição presidencial de outubro.
PORTAL PARANATINGA – Matéria por Folha Destra – Foto – Exército Brasileiro/Flickr























